Desde maio de 2026, publicar o relatório de sustentabilidade virou escolha para as companhias abertas. Veja o que mudou com a CVM 244 e como fazer um relatório que é lido e citado.
Relatório de sustentabilidade: o que mudou em 2026 e como fazer um que é lido e citado
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Resposta direta
Relatório de sustentabilidade é o documento em que a empresa presta contas do impacto ambiental, social e de governança do ano. Desde a Resolução CVM 244, de 29/05/2026, ele é facultativo para as companhias abertas, mas quem não publicar vai ter de explicar a escolha ao mercado a partir de 2027. Hoje, além de seguir uma norma, o relatório precisa ser lido por pessoas e encontrado pelas IAs.
Fontes verificadas em 29/10/2026. Próxima revisão: quando a CVM ou o CBPS publicarem norma nova, ou em junho de 2027, na próxima temporada de relatórios.
Durante anos, o relatório de sustentabilidade foi um PDF longo, publicado uma vez por ano e lido por poucos. Em 2026, duas coisas mudaram ao mesmo tempo. A regra: a CVM tirou a obrigação e colocou no lugar uma escolha que precisa ser explicada. E a leitura: investidores, jornalistas, clientes e candidatos agora perguntam a uma IA antes de abrir o documento.
Este guia mostra o que mudou na norma, como escolher entre GRI e IFRS S1 e S2, e como fazer um relatório que as pessoas leiam e as IAs consigam citar. No meio, um teste feito pela Flowup em 29/10/2026 mostra que fontes as IAs usaram para responder sobre o relatório de cinco empresas brasileiras.
Por onde começar, conforme seu papel
- Diretoria e RI: leia o que mudou e o teste com as IAs.
- Sustentabilidade: vá para GRI ou IFRS e o que o relatório precisa ter.
- Comunicação e marketing: vá para o design e a versão em HTML.
O que é um relatório de sustentabilidade
É o documento em que a empresa mostra como lida com temas ambientais, sociais e de governança, os chamados temas ESG, e com os riscos e oportunidades que eles trazem para o negócio. Ele cobre um ano, normalmente o mesmo exercício das demonstrações financeiras, e traz metas, indicadores e a explicação de como a empresa chegou aos números.
Quem publica: as companhias abertas, que são reguladas pela CVM, e também empresas fechadas, cooperativas e empresas que exportam, porque clientes, investidores e financiadores pedem esses dados. Os nomes variam: relatório de sustentabilidade, relatório anual, relato integrado ou relatório ESG. Muitas empresas juntam tudo num documento só, o relatório anual integrado.
O que ele não é: peça de propaganda. Um relatório que só mostra o lado bom perde a confiança de quem lê. As normas de relato, como a GRI e o IFRS S1, pedem que impactos negativos e riscos apareçam junto com as conquistas.
O que mudou em 2026 com a CVM 244
A Resolução CVM 193, de 2023, criou o relatório de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade para as companhias abertas, pelas normas internacionais do ISSB: voluntário desde 2024 e obrigatório a partir dos exercícios de 2026. Em 29/05/2026, a Resolução CVM 244 mudou a regra.
| Ponto | Antes (CVM 193, texto original) | Agora (CVM 244, de 29/05/2026) |
|---|---|---|
| Publicar é | Obrigatório a partir dos exercícios de 2026 | Facultativo |
| Quem não publica | Não se aplicava | A partir de 01/01/2027, explica a escolha em comunicado ao mercado |
| Quem publica | Seguia as normas do CBPS e do ISSB | Declara aderência às normas do CBPS e do ISSB de forma explícita e sem reservas |
| Por quanto tempo | Não se aplicava | No mínimo três exercícios seguidos |
| Prazo de arquivamento | Junto com as demonstrações financeiras | No 1º exercício, junto com o Formulário de Referência; a partir do 2º, o que vier primeiro entre três meses após o fim do exercício e o envio das demonstrações financeiras |
| Vale para | Exercícios iniciados a partir de 2026 | Exercícios iniciados a partir de 01/01/2026 |
Na prática, a decisão é deste ano. A companhia aberta escolhe agora se publica pelas normas do CBPS e do ISSB, com o compromisso de manter por pelo menos três anos, ou se explica ao mercado por que não publica. As duas escolhas ficam públicas, como resumiu a Exame (30/05/2026).
As normas brasileiras por trás do ISSB são os pronunciamentos CBPS 01, de requisitos gerais, e CBPS 02, de clima, aprovados pela CVM em 29/10/2024 pelas Resolução CVM 217 e Resolução CVM 218. Eles trazem para o Brasil o IFRS S1 e o IFRS S2, que o ISSB publicou em junho de 2023.
Antes de decidir
Este texto não é parecer jurídico nem contábil. A decisão de publicar, e por qual norma, passa pelo jurídico, pelo contábil e pelo RI da empresa.
GRI, IFRS S1 e S2 e relato integrado: qual usar
As três referências mais usadas no Brasil têm objetivos diferentes, e muitas empresas usam mais de uma ao mesmo tempo.
| Referência | Para quem fala | Foco | Base |
|---|---|---|---|
| GRI | Toda a sociedade: comunidades, clientes, funcionários e investidores | O impacto da empresa no mundo | Normas Universais da GRI, publicadas em outubro de 2021 e em vigor desde 01/01/2023 |
| IFRS S1 e S2 (CBPS 01 e 02 no Brasil) | Investidores | Como os temas de sustentabilidade afetam o caixa, o risco e o valor da empresa | ISSB, junho de 2023; no Brasil, Resoluções CVM 217 e 218, de 29/10/2024 |
| Relato integrado | Investidores e conselho | Como a empresa cria valor ao longo do tempo, juntando o financeiro e o não financeiro | Estrutura internacional de relato integrado |
As datas da GRI estão na página das Normas Universais da GRI, e as do ISSB, na página do IFRS S1 e S2 na IFRS Foundation. Uma forma simples de decidir:
- Companhia aberta que vai publicar pela CVM: o relatório financeiro de sustentabilidade segue o CBPS. O GRI pode continuar no relatório anual, para os outros públicos.
- Empresa fechada que vende para grandes clientes ou exporta: o GRI costuma ser o ponto de partida, porque fala com todos os públicos e não depende da regra da CVM.
- Empresa que quer contar a estratégia num documento só: o relato integrado organiza a história. As métricas continuam vindo do GRI ou do CBPS.
O que um relatório de sustentabilidade precisa ter
A norma escolhida define os indicadores. Mas todo bom relatório responde às mesmas sete perguntas.
- O que é material para a empresa? Os temas que mais afetam o negócio e as pessoas, com a explicação de como foram escolhidos.
- Qual é a estratégia? Como a sustentabilidade entra nas decisões, e não num capítulo à parte.
- Quem cuida disso? Governança: conselho, comitês, responsáveis e como as metas entram na remuneração, se entrarem.
- Quais são os riscos e as oportunidades? Inclusive os de clima, com horizonte de tempo.
- Quais são as metas? Com ano-base, prazo e progresso, e não só a meta.
- O que os números dizem? Indicadores com série histórica, unidade, método e fonte.
- O que deu errado? Metas não atingidas, incidentes e o que muda a partir deles.
Antes de escrever, vale fechar três decisões: a fronteira (quais empresas e unidades entram), o período (o mesmo das demonstrações financeiras) e a verificação (se terá asseguração de terceiro, e de qual nível).
Design: como fazer um relatório que as pessoas leiam
Relatório que ninguém lê não presta contas. O conteúdo pode estar certo e, mesmo assim, se perder em 200 páginas sem hierarquia. O design editorial resolve isso com seis decisões.
- Sumário executivo de uma página. Os cinco números que importam e as três decisões do ano, no começo, para quem só tem dois minutos.
- Hierarquia de leitura. Títulos que dizem a conclusão ("As emissões caíram 12%"), e não o assunto ("Emissões"). Quem passa os olhos só pelos títulos deve sair com a história.
- Gráfico que se lê sozinho. Um gráfico, uma mensagem, com título, unidade, fonte e o ano-base marcado. Sem 3D e sem pizza com doze fatias.
- Tabelas de indicadores separadas da narrativa. O texto conta a história. O caderno de indicadores, de preferência também em planilha aberta, guarda os números para quem vai conferir.
- Consistência com a marca. O mesmo sistema visual do site e da apresentação institucional: cores, tipografia e tom. O relatório é peça de marca, e o brand book vale para ele também.
- Acessibilidade. Contraste suficiente, texto selecionável, ordem de leitura correta no PDF e texto alternativo nos gráficos.
O mesmo cuidado vale para a apresentação dos resultados, que costuma ir ao conselho, aos investidores e à imprensa no mesmo mês. Quando a apresentação e o relatório usam a mesma história e os mesmos números, a mensagem chega inteira. É o que fazemos nas apresentações premium: relatório, apresentação de resultados e materiais institucionais com o mesmo sistema visual da marca.
O teste: que fontes as IAs usaram para responder sobre relatórios
Em 29/10/2026, a Flowup fez a mesma pergunta sobre cinco empresas brasileiras com relatório publicado: "Qual é o relatório de sustentabilidade mais recente da Natura e onde encontro?", trocando só o nome da empresa. As empresas foram Natura, Suzano, Petrobras, Ambev e Vale. A pergunta foi feita no Modo IA do Google, sem personalização, e no Perplexity, em modo anônimo. Em cada resposta, anotamos se ela acertou o relatório e que tipo de fonte foi citada.
| Empresa | Modo IA do Google | Perplexity (modo anônimo) |
|---|---|---|
| Natura | Relatório Integrado 2025. Fontes: páginas da Natura e do RI, um post no LinkedIn e uma revista acadêmica | Relatório Integrado 2025. 12 fontes: páginas da Natura e do RI, a planilha de indicadores ESG, o portal de indicadores, notícias e um trabalho acadêmico |
| Suzano | Relatório de Sustentabilidade 2025. 3 fontes, todas páginas da Suzano | Relatório de Sustentabilidade 2025. 11 fontes da Suzano: 9 páginas e 2 PDFs do relatório |
| Petrobras | Relatório de Sustentabilidade 2025. 5 links: páginas da Petrobras, do RI e da agência de notícias | Relatório de Sustentabilidade 2025. 10 fontes, nenhuma em PDF |
| Ambev | Relatório Anual e de Sustentabilidade 2025. 3 links: o PDF do relatório e duas páginas | Relatório Anual e de Sustentabilidade 2025. Das 10 fontes lidas, 3 do RI da Ambev e 7 de terceiros, incluindo 2 cópias do relatório num site de compartilhamento de documentos |
| Vale | Relatório Anual 2025 e o relatório pelo padrão ISSB. 8 links: páginas da Vale, do RI, da sala de imprensa e notícias | Relatório Anual 2025. 13 fontes, 11 delas da Vale, nenhuma em PDF |
O que o teste mostrou:
- Todas acertaram o relatório. As 10 respostas apontaram o relatório de 2025, publicado em 2026.
- As IAs citaram páginas, mais do que PDFs. No Modo IA do Google, só uma das cinco respostas linkou o PDF do relatório. No Perplexity, apareceram 2 PDFs do próprio relatório, os dois da Suzano. As fontes mais usadas foram o hub de sustentabilidade, a área de RI e a sala de imprensa.
- Os números das respostas vieram de páginas. Quando a resposta trouxe indicadores, como a queda de 36% nas emissões operacionais da Petrobras em relação a 2015, eles vinham de páginas em HTML e de notícias, e não do PDF.
- Onde a empresa não ofereceu uma página com o conteúdo, outros ofereceram. No caso em que o relatório aparecia sobretudo num PDF grande, a maior parte das fontes do Perplexity veio de terceiros: sites de mercado, um trabalho acadêmico e cópias do documento.
Limites do teste
Foram 10 respostas, num dia, sobre 5 empresas grandes. É uma observação, e não um estudo, e não prova causa. As respostas mudam com o tempo: repetida minutos depois, a pergunta sobre a Natura no Modo IA trouxe outras fontes, também páginas da Natura e do RI e uma revista de negócios.
Nossa leitura
A página da empresa é a fonte mais usada. Por isso, vale publicar o relatório também como página, e não só como arquivo.
A versão em HTML: como fazer o relatório ser lido e citado
O PDF continua necessário: é o documento oficial, e o Google indexa arquivos PDF, como mostra a lista de tipos de arquivo indexáveis do Google (atualizada em 03/02/2026). Mas a página em HTML é o que as pessoas leem no celular e o que as IAs mais citaram no teste. O ideal é ter os dois.
O que a página do relatório deve ter:
- Um endereço fixo e legível, como /sustentabilidade/relatorio-2025/, que não muda quando sai o relatório seguinte. O ano anterior fica numa página de arquivo.
- Um resumo em texto no topo: o que o relatório cobre, o período, a norma usada e os cinco indicadores principais.
- Indicadores em tabela de texto, e não em imagem, com unidade, ano-base, série histórica e método.
- Datas visíveis, de publicação e de atualização.
- Links para o PDF completo, para o caderno de indicadores, de preferência em planilha, e para o relatório do ano anterior.
- Títulos que respondem perguntas, como "Quanto a empresa emitiu em 2025?", que é como as pessoas perguntam às IAs.
- Dados estruturados de organização e de página, com as datas certas, e, se fizer sentido, o tipo Report, que o schema.org define como relatório de organização governamental ou não governamental. O guia de dados estruturados com JSON-LD mostra como fazer.
- Uma notícia na sala de imprensa, com os destaques e o link da página. No teste, notícias e salas de imprensa estavam entre as fontes de 7 das 10 respostas.
Por que isso importa para a marca: a IA responde com o que encontra. Se a página da empresa não traz os números, a resposta pode vir de terceiros, com dado desatualizado ou fora de contexto. O artigo sobre E-E-A-T mostra por que fontes que qualquer um consegue conferir sustentam a confiança, e o guia sobre como ser citado pela IA aprofunda o que faz uma página virar fonte. Os destaques do relatório, com dado próprio e fonte, também viram pauta para a imprensa, que é o trabalho de Data-Driven PR.
Checklist de publicação
Antes de publicar
- Norma escolhida e declarada (GRI, CBPS ou as duas), com a fronteira e o período.
- Sumário executivo de uma página.
- Indicadores com unidade, ano-base, série histórica, método e fonte.
- Metas com progresso e o que não foi atingido.
- PDF acessível: texto selecionável, ordem de leitura e texto alternativo nos gráficos.
- Caderno de indicadores também em planilha.
No dia da publicação
- Página em HTML com resumo, indicadores em tabela, datas e links para o PDF e para a planilha.
- Dados estruturados conferidos: organização, página e datas.
- Notícia na sala de imprensa e na área de RI.
- Mesma história e mesmos números na apresentação de resultados.
Depois
- Perguntar às principais IAs pelo relatório e conferir se a resposta está certa e que fonte foi citada. O guia de como medir a visibilidade em IA ajuda a montar o teste.
- Corrigir na origem o que estiver errado, como a página, o RI e os perfis, e repetir o teste em 30 dias.
Em resumo
- Desde a CVM 244, de 29/05/2026, o relatório pelas normas do CBPS e do ISSB é facultativo para as companhias abertas.
- Quem publica mantém por três exercícios, no mínimo; quem não publica explica ao mercado a partir de 2027.
- GRI fala com toda a sociedade; IFRS S1 e S2 falam com investidores; muitas empresas usam os dois.
- Design editorial faz o relatório ser lido: sumário de uma página, títulos com conclusão e gráficos que se leem sozinhos.
- No teste da Flowup, as IAs citaram páginas muito mais do que PDFs.
Perguntas frequentes
O que é relatório de sustentabilidade?
É o documento em que a empresa presta contas, uma vez por ano, de como lida com temas ambientais, sociais e de governança. Ele traz estratégia, metas, indicadores e os riscos e oportunidades desses temas para o negócio. Pode seguir normas como a GRI ou os pronunciamentos CBPS, baseados no IFRS S1 e S2.
O relatório de sustentabilidade é obrigatório em 2026?
Para as companhias abertas, não. A Resolução CVM 244, de 29/05/2026, tornou facultativo o relatório pelas normas do CBPS e do ISSB. Quem optar por publicar precisa manter por pelo menos três exercícios seguidos. A partir de 01/01/2027, a companhia aberta que não publicar deve explicar a escolha em comunicado ao mercado.
Qual é a diferença entre GRI e IFRS S1 e S2?
A GRI mostra o impacto da empresa no mundo e fala com toda a sociedade. O IFRS S1 e o IFRS S2, do ISSB, mostram como os temas de sustentabilidade afetam o caixa, o risco e o valor da empresa, e falam com investidores. No Brasil, eles viraram os pronunciamentos CBPS 01 e 02. Muitas empresas usam as duas referências.
O que mudou com a Resolução CVM 244?
A Resolução CVM 244 alterou a Resolução 193. O relatório financeiro de sustentabilidade deixou de ser obrigatório para as companhias abertas. Quem publica declara aderência às normas do CBPS e do ISSB e mantém o relatório por três exercícios, no mínimo. Quem não publica explica a escolha ao mercado a partir de 2027. A resolução vale para os exercícios iniciados a partir de 01/01/2026.
Empresa de capital fechado precisa publicar relatório de sustentabilidade?
A regra da CVM vale para as companhias abertas. Para as outras empresas, publicar é uma decisão do negócio. Ela costuma vir de pedidos de clientes, investidores e financiadores, que querem dados de impacto para as próprias decisões e relatórios. Nesses casos, a GRI costuma ser um bom ponto de partida, porque fala com todos os públicos.
Como fazer um relatório de sustentabilidade?
Comece definindo a norma, a fronteira e o período. Depois, levante os temas materiais e os indicadores, escreva a estratégia, as metas e o progresso, inclusive o que não foi atingido, e desenhe o relatório com sumário executivo, gráficos que se leem sozinhos e um caderno de indicadores. Por fim, publique o PDF e uma página em HTML com os principais números.
PDF ou página na web: qual formato usar?
Os dois. O PDF é o documento oficial e completo. A página em HTML resume o relatório, mostra os indicadores em tabela e liga para o PDF e para a planilha. No teste da Flowup de 29/10/2026, com 10 respostas de IA sobre 5 empresas, as páginas foram citadas muito mais vezes do que os PDFs.
Como fazer o relatório aparecer nas respostas de IA?
Ninguém controla a citação, mas dá para facilitar o trabalho da IA: publique uma página fixa em HTML com resumo e indicadores em texto, mostre as datas, use dados estruturados, ligue a página ao PDF e à planilha, e divulgue os destaques na sala de imprensa. Depois, pergunte às IAs pelo relatório e corrija na origem o que estiver errado.
Fontes: CVM, Resolução CVM 244 (29/05/2026); Exame, sobre a CVM 244 (30/05/2026); Resoluções CVM 217 e 218, pelo Normas Brasil (texto da 217 e texto da 218, 29/10/2024); IFRS Foundation, IFRS S1 e S2 (junho de 2023); GRI, Normas Universais (outubro de 2021, em vigor desde 01/01/2023); Google Search Central, tipos de arquivo indexáveis (atualizada em 03/02/2026); schema.org, tipo Report; teste da Flowup no Modo IA do Google e no Perplexity (29/10/2026). Consultadas em 29/10/2026.
Seu relatório é lido ou só arquivado?
Desde 2026, publicar o relatório de sustentabilidade é uma escolha que fica pública, e a leitura começa cada vez mais numa resposta de IA. O relatório que cumpre esse papel segue a norma, conta uma história clara e mostra os números numa página que qualquer pessoa, e qualquer IA, consegue ler e conferir.
Briefing de apresentação e design institucional
Conte o que o seu relatório precisa dizer, e para quem
No briefing, você descreve o material, o público e o prazo. A Flowup responde com o caminho de design, conteúdo e publicação, sem compromisso.
Sobre o autor
Fundador e estrategista-líder da Flowup Agency
Guto Bertoncini é fundador e estrategista-líder da Flowup Agency, que conduz desde 2011. É o autor do Método B.I.N.A., do Novo SEO e da Base Informacional Semântica, e lidera a prática de SEO para IA, GEO e AEO da agência, preparando empresas para serem encontradas no Google e citadas pelas plataformas de inteligência artificial. Escreve sobre busca e IA no blog da Flowup e no seu site oficial.
