Metade dos compradores de software B2B já começa a pesquisa num chatbot de IA. Veja as perguntas de cada etapa da compra e o conteúdo que responde cada uma.
Jornada de compra B2B com IA: o que o cliente pergunta ao ChatGPT
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Resposta direta
A jornada de compra B2B passou a começar numa conversa com a IA. Segundo a G2, 51% dos compradores de software B2B iniciam a pesquisa num chatbot com mais frequência do que no Google, e a lista de fornecedores começa a se formar ali, antes do contato com vendas. Para entrar nessa lista, o site precisa responder as perguntas de cada etapa: problema, solução, fornecedores, preço, comparação e risco.
Fontes verificadas em 03/10/2026.
Em 15/04/2026, a G2, plataforma de avaliações de software, divulgou uma pesquisa com 1.076 decisores de compra da América do Norte, da Europa, do Oriente Médio, da África e da Ásia-Pacífico. Metade deles começa a pesquisa num chatbot de IA com mais frequência do que no Google; em abril de 2025, eram 29%. E 69% disseram que a orientação do chatbot os levou a escolher um fornecedor diferente do que tinham em mente.
Em maio, o ChatGPT passou a transformar nomes de marca em links para o site delas. Segundo a Profound, que acompanha esse tráfego, as visitas que o ChatGPT envia a empresas de software B2B cresceram mais de 200%. E, segundo a BrightEdge, o ChatGPT respondeu por 95,1% das visitas que os assistentes de IA enviaram a sites em agosto de 2026.
Os estudos são de fora do Brasil, e isso precisa ficar claro: não encontramos pesquisa pública equivalente com compradores brasileiros. Mas o Brasil está entre os três maiores mercados do ChatGPT em usuários semanais, segundo a Exame (04/08/2026). Este guia mostra o que o comprador pergunta à IA em cada etapa, que conteúdo responde cada pergunta e onde a validação humana continua decidindo.
Por onde começar, conforme seu papel
- Gestão e diretoria: o que mudou e onde a validação humana decide.
- Marketing e conteúdo: as perguntas de cada etapa e as respostas que faltam no site.
- Vendas e pré-vendas: a validação e o mapa de perguntas, que começa pelo que vocês ouvem do cliente.
O que mudou: a lista de fornecedores começa numa conversa com a IA
A mudança não está no número de etapas da compra, e sim no lugar onde a primeira lista de fornecedores se forma. Ela sai cada vez mais de uma conversa com um assistente de IA, antes de qualquer contato com vendas, e os estudos de 2025 e 2026 apontam na mesma direção.
| Estudo | Quem foi ouvido | O que mostra |
|---|---|---|
| G2, The Answer Economy (15/04/2026) | 1.076 decisores de compra de software, em março de 2026 | 51% começam a pesquisa num chatbot de IA com mais frequência do que no Google. Os chatbots são a fonte que mais influencia a lista de fornecedores, citados por 54%. E 64% encontram recomendações imprecisas com frequência. |
| Gartner, pesquisa com compradores B2B (20/05/2026) | 645 compradores B2B, entre agosto e setembro de 2025 | 45% usaram IA generativa principalmente para reunir informação sobre fornecedores e produtos. E 69% preferem confirmar com um vendedor o que a IA disse. |
| 6sense, relatório da experiência do comprador B2B de 2025 | Cerca de 4 mil compradores B2B | 95% das compras saem da lista de fornecedores do primeiro dia. Segundo o guia da 6sense sobre IA na pesquisa do comprador (25/11/2025), 94% usam modelos de linguagem durante a compra. |
| TrustRadius, relatório de 2026 sobre a compra B2B (15/07/2026) | 1.862 compradores de tecnologia, em janeiro de 2026 | 63% usaram IA na compra, e 94% desses conferem as respostas ao menos parte das vezes. 83% montaram uma lista final de três produtos ou menos. |
| Semrush, pesquisa sobre IA na compra B2B (08/07/2026) | 622 profissionais dos Estados Unidos, entre março e abril de 2026; os percentuais são dos 519 que usam IA no trabalho | 61% usam a IA para comparar fornecedores e 53% para pedir recomendações. Depois da resposta, 71% visitam o site do fornecedor. |
Os números não são iguais entre si, porque as perguntas e os públicos mudam de um estudo para outro. A direção, sim, é a mesma: a IA entrou na primeira metade da compra, onde a lista se forma, e as pessoas continuam decidindo no fim.
Nossa leitura
Se quase todas as compras saem da lista do primeiro dia, e essa lista se forma cada vez mais numa conversa com a IA, ficar fora da conversa sai caro. O comprador pode nunca chegar ao site da empresa, nem ao comercial, porque a decisão de quem entra na disputa já foi tomada.
As perguntas que o comprador faz à IA em cada etapa
A jornada de compra B2B tem cinco momentos em que o comprador conversa com a IA: entender o problema, conhecer as soluções, montar a lista de fornecedores, checar preço e alternativas, e avaliar o risco. Em cada um, ele faz perguntas diferentes, e a IA responde com o que encontra, no site da empresa ou em outras fontes.
A pesquisa da Semrush mostra os usos mais comuns entre quem usa IA no trabalho: 66% exploram soluções possíveis, 61% comparam fornecedores, 59% procuram entender melhor o problema ou a categoria e 53% pedem recomendações. O quadro abaixo organiza essas perguntas pela ordem da compra, com exemplos de uma empresa que procura um sistema de gestão de frotas.
| Momento | O que o comprador pergunta | O que a IA precisa encontrar | Conteúdo que responde |
|---|---|---|---|
| Problema | "Por que o custo de manutenção da nossa frota subiu tanto?" | Explicação clara do problema, com causas e sinais | Guias e artigos que explicam o problema com dados |
| Solução | "Que tipos de solução existem para isso? Preciso de sistema ou de consultoria?" | Categorias de solução e quando cada uma serve | Páginas de solução e comparação entre abordagens |
| Fornecedores | "Quais empresas fazem isso no Brasil para transportadoras médias?" | Quem a empresa é, o que faz, para quem e onde atua, dito do mesmo jeito em todas as fontes | Home, páginas de serviço, página institucional, perfis em diretórios e avaliações |
| Preço e alternativas | "Quanto custa? Qual a diferença entre X e Y? Quais são as alternativas a X?" | Faixas de preço, o que define o valor e diferenças honestas | Página de investimento, comparações francas e páginas de alternativas |
| Risco e validação | "A empresa X é confiável? Integra com o nosso ERP? Quem já usou?" | Provas que possam ser conferidas e limites declarados | Cases com números, documentação técnica, avaliações e "para quem não é" |
O quadro mostra onde está o trabalho. As duas primeiras etapas são o terreno clássico do conteúdo de topo de funil. As três últimas decidem quem entra na lista e quem sai dela, e são as que os sites B2B costumam deixar sem resposta.
Preço, comparação e limites: as respostas que mais faltam nos sites B2B
As perguntas das etapas finais são as que os sites B2B menos respondem: quanto custa, como a empresa se compara às alternativas e para quem ela não serve. Quando o site se cala, a IA responde com o que encontrar em outros lugares. Na pesquisa da G2, 64% dos compradores dizem encontrar recomendações imprecisas com frequência, ao menos algumas vezes por mês.
Preço
Preço transparente é o primeiro item da lista de desejos dos compradores de tecnologia há quatro anos seguidos, de 2023 a 2026, segundo o relatório da TrustRadius. Publicar preço não exige tabela fechada: faixas, os fatores que fazem o valor subir ou descer e os formatos de contratação já respondem a pergunta. Foi o que a Flowup fez na página de investimento em GEO e AEO, com valores orientativos e o que define cada projeto.
Comparação
Se a empresa não se compara, a IA compara por ela, com as fontes que tiver. Uma página de comparação franca diz em que a empresa é melhor, em que a alternativa é melhor e para quem cada uma serve. Comparar fornecedores é o segundo uso mais citado da IA na compra B2B na pesquisa da Semrush, com 61%.
Limites
Dizer para quem a solução não serve parece arriscado, mas ajuda a IA a recomendar a empresa para o caso certo e poupa o comercial de conversas sem encaixe. Uma seção "para quem não é" responde uma pergunta que o comprador faz de qualquer jeito, com ou sem a empresa na conversa.
Exemplo
Uma empresa de software de gestão de frotas pergunta ao ChatGPT como aparece para "alternativas ao sistema X para transportadora média". A resposta cita três concorrentes e diz que ela atende só frotas grandes, o que não é verdade desde o ano passado. O site dela não tem página de preço, nem de comparação, nem diz para quem o produto serve. As três páginas que faltam são o ponto de partida, junto com a correção da informação nas fontes externas que a IA cita.
A home virou porta de entrada vinda do ChatGPT
Desde maio de 2026, o ChatGPT transforma nomes de marca em links para a home das empresas. Com isso, a home passou a receber o comprador que acabou de ler uma resposta sobre ela, e precisa confirmar em poucos segundos o que a IA disse.
Segundo o estudo da Profound de 19/05/2026, a mudança começou em 07/05/2026. Antes dela, cerca de 4% das visitas vindas da OpenAI chegavam à home; depois, 24%. No mesmo período, as visitas diárias vindas do ChatGPT cresceram de 60% a 65% nos sites acompanhados, e mais de 200% nos de software B2B. A pesquisa da Semrush mostra o outro lado: depois da resposta da IA, 71% dos que usam IA no trabalho visitam o site do fornecedor e 63% procuram a empresa no Google.
O que a primeira tela da home precisa responder:
- o que a empresa faz, em uma frase, com as palavras do cliente;
- para quem: setor, porte e região;
- a prova mais forte, que possa ser conferida: um cliente, um número ou uma certificação;
- o preço, ou como ele é definido, ou o link para essa página;
- o próximo passo, dizendo o que acontece depois do clique.
A home também precisa dizer o mesmo que as outras fontes dizem sobre a empresa. Se a resposta da IA descreve um serviço que a home não mostra, o comprador desconfia de um dos dois. Dados estruturados coerentes ajudam os sistemas a ligar a marca ao que ela faz, mas não corrigem um texto que diz outra coisa.
Onde a IA para e a validação humana decide
A IA monta a lista, mas não fecha a compra sozinha. Os mesmos estudos que mostram o avanço da IA mostram o comprador conferindo o que ela disse com pessoas, testes e provas.
- Comitê grande: segundo o estudo de 2026 da Forrester (21/01/2026), uma decisão típica reúne 13 pessoas da empresa e 9 influenciadores externos. A Forrester diz que as ferramentas de IA são o primeiro ponto de descoberta, mas entregam informação muitas vezes incompleta ou pouco confiável, o que gera desconfiança e leva o comprador a buscar pessoas de confiança.
- Vendas como validação: na pesquisa da Gartner, 69% preferem confirmar com um vendedor o que a IA disse. Os compradores dividem a desconfiança: 51% acham mais provável encontrar informação enganosa na IA, e 49%, com vendedores.
- Conferência: na TrustRadius, 94% de quem usou IA confere as respostas ao menos parte das vezes. As fontes que mais pesam na escolha são demonstrações, testes gratuitos, experiência anterior e avaliações de usuários; 74% usam avaliações para decidir.
- Avaliações dentro da resposta: na G2, 45% dizem que citações de sites de avaliação são o sinal que mais dá confiança numa resposta de IA.
Com tanta gente decidindo, cada pessoa pergunta coisas diferentes à IA: o financeiro quer saber de custo, a TI de integração e segurança, o jurídico de contrato. O conteúdo precisa atender o comitê, e não só quem fez o primeiro contato. É o papel dos cases com números, da documentação técnica, da apresentação comercial e da proposta comercial, que continuam circulando entre as pessoas do comitê depois da reunião.
No B2B técnico, essa prova de competência antes do primeiro contato é o centro do trabalho, como mostramos no artigo sobre marketing para empresas de engenharia e B2B.
Como mapear as perguntas do seu comprador em cinco passos
Mapear as perguntas do comprador é listar o que ele pergunta em cada etapa, conferir o que a IA responde hoje e ligar cada pergunta a uma página do site. O trabalho começa em quem conversa com o cliente, e não na ferramenta de palavras-chave.
- Ouça quem conversa com o cliente. Vendas, pré-vendas e atendimento listam as perguntas que ouvem antes da proposta: dúvidas de preço, objeções, comparações e medos.
- Organize por etapa. Distribua de 20 a 30 perguntas pelos cinco momentos do quadro, com a linguagem do cliente, e não com o nome interno dos produtos.
- Pergunte às IAs. Faça as perguntas no ChatGPT, no Gemini e no Perplexity e registre quem aparece, o que é dito, as fontes citadas e os erros sobre a sua empresa. O guia sobre como medir visibilidade em IA detalha o registro. No plano gratuito do ChatGPT, pode aparecer um anúncio abaixo da resposta; a diferença entre anunciar e ser citado está no guia sobre anúncios no ChatGPT.
- Ligue cada pergunta a uma página. Se a resposta existe no site, melhore; se não existe, crie; se a informação errada vem de fora, trabalhe as fontes externas, como explica o guia de como ser citado pela IA.
- Repita todo mês. As respostas variam de uma conversa para outra. Compare mês a mês e trate o resultado como tendência, não como posição fixa.
Transformar esse mapa em pauta e em páginas de fundo de funil é o trabalho de Growth Content da Flowup, que parte das perguntas do comprador, etapa por etapa.
O que ainda não se sabe
- Como o comprador B2B brasileiro usa a IA na compra: os estudos citados ouviram compradores da América do Norte, da Europa e da Ásia-Pacífico.
- Quanto do tráfego vindo da IA chega sem identificação e aparece como acesso direto, o que faz o número medido ser um piso.
- Como cada assistente escolhe os fornecedores que lista: nenhum deles publica os critérios em detalhe.
- Se a força da lista do primeiro dia se mantém quando essa lista é montada por uma IA, e não pela memória do comprador.
A diferença entre ranquear e ser citado, que está por trás de tudo isso, é o tema do guia sobre SEO e GEO.
Em resumo
- A lista de fornecedores começa, cada vez mais, numa conversa com a IA: 51% dos compradores de software B2B ouvidos pela G2 começam num chatbot com mais frequência do que no Google.
- Quase todas as compras saem da lista do primeiro dia (95%, segundo a 6sense), e o contato com vendas chega quando ela já está pronta.
- As respostas que mais faltam nos sites B2B são preço, comparação e para quem a solução não serve.
- A home virou porta de entrada vinda do ChatGPT e precisa confirmar, logo na primeira tela, o que a IA disse.
- A validação continua humana: comitês grandes, conferência das respostas e vendas no papel de confirmar e reduzir risco.
Perguntas frequentes
O que é jornada de compra B2B?
É o caminho que uma empresa percorre desde perceber um problema até contratar um fornecedor. Costuma passar por entender o problema, conhecer as soluções, montar uma lista de fornecedores, comparar preço e alternativas e avaliar o risco, e envolve várias pessoas. Segundo a Forrester, uma decisão típica reúne 13 pessoas da empresa e 9 influenciadores externos.
Como a inteligência artificial mudou a jornada de compra B2B?
A IA virou o ponto de partida da pesquisa e o lugar onde a lista de fornecedores começa. Na pesquisa da G2 de abril de 2026, 51% dos compradores de software B2B começam num chatbot de IA com mais frequência do que no Google, e 69% escolheram um fornecedor diferente do previsto por causa da orientação recebida. A validação com pessoas continua nas etapas finais.
Aparecer no ChatGPT é o mesmo que ranquear no Google?
Não. O Google ordena páginas para uma busca; o ChatGPT monta uma resposta a partir de várias fontes e cita algumas delas. Os fundamentos se somam, como conteúdo claro e autoridade, mas uma empresa pode ranquear bem e ficar fora da resposta, ou ser citada sem estar no topo do Google. Por isso, as duas presenças são medidas em separado.
Empresa B2B deve publicar preço no site?
Vale publicar pelo menos faixas e o que define o valor. Preço transparente é o primeiro item da lista de desejos dos compradores de tecnologia há quatro anos seguidos, segundo a TrustRadius, e sem essa informação a IA responde com o que encontrar em outros sites. Quando o preço depende de escopo, a página explica os fatores e os formatos de contratação.
Vale a pena criar uma página comparando a empresa com concorrentes?
Vale, se a comparação for franca. Comparar fornecedores é um dos usos mais comuns da IA na compra B2B: 61% dos profissionais ouvidos pela Semrush que usam IA no trabalho fazem isso. Sem uma comparação feita pela própria empresa, a IA usa a de terceiros. A página deve dizer onde a empresa é melhor, onde a alternativa é melhor e para quem cada uma serve.
O comprador B2B ainda fala com vendas?
Fala, mas mais tarde e com uma lista pronta. Segundo a 6sense, 95% compram de um fornecedor que já estava na lista do primeiro dia. Segundo a Gartner, 69% preferem confirmar com um vendedor o que a IA disse. O papel de vendas passa a ser validar, reduzir o risco e responder o que a IA deixou em aberto.
Esses dados valem para empresas brasileiras?
Os estudos citados ouviram compradores da América do Norte, da Europa e da Ásia-Pacífico, e não encontramos pesquisa pública equivalente com compradores brasileiros. Nossa leitura é que o movimento chega ao Brasil, que está entre os três maiores mercados do ChatGPT em usuários semanais, segundo a Exame. Mesmo assim, vale medir com o seu próprio comprador antes de decidir.
Fontes: G2, comunicado da pesquisa The Answer Economy (15/04/2026) e relatório The Answer Economy (2026); Profound, links de marca no ChatGPT e tráfego de referência (19/05/2026); BrightEdge, tráfego de referência do ChatGPT em 2026 (24/09/2026); Forrester, The State of Business Buying, 2026 (21/01/2026); Gartner, pesquisa sobre validação de informações da IA com vendedores (20/05/2026); 6sense, relatório da experiência do comprador B2B de 2025 e guia sobre IA na pesquisa do comprador (25/11/2025); TrustRadius, relatório de 2026 sobre a compra B2B (15/07/2026); Semrush, pesquisa sobre IA na compra B2B (08/07/2026); Exame, anúncios do ChatGPT no Brasil (04/08/2026). Consultadas em 03/10/2026.
O que a IA responde quando o seu comprador pergunta pelo seu mercado?
A lista de fornecedores está sendo montada antes da primeira reunião, numa conversa que a sua empresa não vê. Saber o que essa conversa diz, e quais perguntas o seu site ainda não responde, é o primeiro passo para entrar nela. Não basta ranquear. Seja a resposta.
Growth Content
Descubra quais perguntas de compra o seu site ainda não responde
O diagnóstico gratuito da Flowup mostra como buscadores e assistentes de IA leem o seu site. O Growth Content transforma as perguntas do comprador em páginas que respondem cada etapa da compra, sem promessa de posição.
Sobre o autor
Fundador e estrategista-líder da Flowup Agency
Guto Bertoncini é fundador e estrategista-líder da Flowup Agency, que conduz desde 2011. É o autor do Método B.I.N.A., do Novo SEO e da Base Informacional Semântica, e lidera a prática de SEO para IA, GEO e AEO da agência, preparando empresas para serem encontradas no Google e citadas pelas plataformas de inteligência artificial. Escreve sobre busca e IA no blog da Flowup e no seu site oficial.
